Em julgamento realizado na tarde desta quarta-feira (11), a 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça analisou os embargos declaratórios apresentados pelo Ministério Público sobre o Habeas Corpus (HC) da defesa de Carlos Patussi. Com três votos favoráveis, os desembargadores indicaram pela continuidade do fim do processo. Segundo eles, o principal motivo estaria relacionado a falta de provas. Patussi deixou de ser réu do caso no dia 29 de agosto, quando foi realizado o julgamento do Habeas Corpus solicitado pela defesa. O dentista é acusado pelo desaparecimento do gerente do Sicredi de Anta Gorda, Jacir Potrich. Ele sumiu há dez meses, na noite de 13 de novembro de 2018, quando estava na sua casa e até o momento não foi encontrado. Vizinho da vítima, Patussi foi preso duas vezes mas ficou pouco tempo na cadeia. Segundo o MP, o dentista aparece em vídeo mexendo em câmeras de segurança. Para a Promotoria, ele teria matado a vítima dentro do quiosque no condomínio e depois teria escondido o corpo, que, até hoje, não foi encontrado.///AD

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