Um área terceirizada localizada em Linha São José recebia há cinco anos resíduos urbanos coletados em Estrela. No local eram depositados entulhos provenientes da construção civil e lixo verde. Na metade do ano passado, não houve a renovação da licença e a atual administração busca viabilizar uma alternativa para a destinação do material. O Procurador-geral do município, Juliano André Heisler, concedeu entrevista ao Programa Encontro Maior da Rádio do Vale e explicou que o Ministério Público exige a aquisição de um triturador de lixo verde. A Prefeitura ainda tenta regularizar a licença da mesma área, pois consistia em uma solução barata para a municipalidade.

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Enquanto não ocorre a liberação do local, a alternativa é firmar um contrato emergencial para a destinação dos resíduos. No entanto, o custo pode chegar a R$ 1.500 por dia para a Administração.

Juliano André Heisler ainda relatou que Estrela possui poucas áreas para o descarte dos resíduos urbanos. Os locais não podem ter áreas de preservação permanente, cursos hídricos e terrenos inundáveis. A expectativa é que nos próximos dias a Prefeitura e a Promotoria Pública façam os ajustes para que o problema seja solucionado de forma definitiva. GL

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