O estudante de jornalismo Vitor Diniz teve negado pedido de recurso em processo judicial que movia contra a deputada estadual do PSOL de São Paulo, Mônica Seixas. O jovem de 25 anos pedia indenização por ser taxado como assediador em redes sociais da parlamentar. Ele concedeu entrevista ao Programa Encontro Maior da Rádio do Vale e explicou que o caso iniciou em 2019, quando questionou por telefone a deputada sobre seu discurso de segregação. O estudante afirmou que a parlamentar teria interpretado a abordagem de forma equivocada, o acusando de assédio. Ao tentar resolver a situação de forma amigável na Assembleia Legislativa, foi retirado por seguranças e teve um boletim de ocorrência contra si. Em função dos fatos que constam no boletim estarem distorcidos, Vitor Diniz moveu a ação por lhe ter imputado um falso crime.

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Como o juiz que analisou o caso primeiro arquivou o processo e depois de recurso proferiu sentença favorável à deputada, novo recurso foi impetrado, mas com sentença desfavorável. O estudante de jornalismo lamentou que diversos meios de comunicação do centro do País divulgaram informações inverídicas sobre uma suposta condenação por assédio e até mesmo de prisão. Vitor Diniz avaliou que a grande mídia no Brasil é de esquerda e que lhe atribuíram um posicionamento de direito, inclusive de militante do presidente Jair Bolsonaro, o que também não é verdadeiro.

O jovem ainda revelou a decepção com o Poder Judiciário, que é parcial e tendencioso. Ele explicou que não possui mais a visão da Justiça que traz a verdade e a honra em suas decisões. GL

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