O debate sobre a privatização da Corsan segue aquecido no Estado do Rio Grande do Sul. Em meio às discussões, encerrou nesta quinta-feira (16) o prazo para que prefeitos aderissem ao aditivo que adequava os municípios ao novo Marco Legal do Saneamento. O balanço final do processo indicou que 31 administradores assinaram a proposta, o que representa 10% das cidades gaúchas atendidas pela estatal.

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O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Purificação e Distribuição de Água e em Serviços de Esgoto do Estado do Rio Grande do Sul, Arilson Wünsch, concedeu entrevista ao Programa Encontro Maior da Rádio do Vale e considerou a adesão baixa, representando um fracasso do Governo do Estado.

O presidente do Sindiágua relatou que, mesmo com o resultado do processo não sendo tão favorável ao governador Eduardo Leite, a privatização da Corsan deve acontecer. No entanto, talvez não garanta a desestatização completa da companhia.

O processo de privatização da Corsan ainda está sendo debatido na Assembleia Legislativa do Estado. GL

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